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  • Elisa Lopes

Os essenciais do autocuidado




Inspirado em um post da Ale Garattoni, que eu sou ultra fã, onde ela lista seus essenciais na quarentena, resolvi colocar aqui o que tenho pensado e prestado atenção no que realmente me faz bem, me nutre e me ajuda a manter o equilíbrio em tempos de pandemia. São sinais importantes também para entendermos o que pode ser depois incluído na rotina “normal” ou o que você antes já fazia e adaptou, ou aquilo que antes te alimentava e agora não tem mais espaço.

Aliado a isso, ontem vi também um post do Deepak Chopra, que compartilhei no meu instagram, onde ele coloca alguns exemplos de atitudes e atividades que englobam o auto-cuidado.

Reflito então em como os nossos essenciais são realmente o nosso combo de auto cuidado.

Meus essenciais têm sido: uma prática de atividade física, seja corrida, ou bicicleta ergométrica, tomar uma taça de vinho, montar quebra-cabeça e ler.

Nem todo dia consigo fazer todos, aliás, isso é raro, não sei se algum dia eu consegui, mas presto atenção em pelo menos fazer uma dessas coisas todo dia. Nem que seja 15 minutos. Mas sim, um dia ou outro isso escapa, aí também retomo no dia seguinte com mais atenção.

Percebo claramente os efeitos que esse foco no meu cuidado tem. Me energizo, me enxergo, me conecto com quem eu sou e com o que eu quero. Se faço logo cedo, percebo como levo o dia com mais atenção e coerência. Se tenho algum momento a noite, antes de dormir, ou na hora do jantar, como a minha taça de vinho por exemplo, relaxo e analiso, reflito, sobre como foi o meu dia, que atitudes quero repetir, o que quero mudar, ou como ajustar alguns passos e pensamentos.

O importante desses momentos é que sejam colocados na nossa agenda, na nossa rotina, com frequência e não apenas como um momento de bônus, caso os outros compromissos sejam feitos.

Muitas vezes esse tempo gasto com o investimento em nossa saúde mental e física, acaba ficando para o final da lista, para quando dá tempo, ou para quando acabar todas as obrigações... Porém muitas vezes o esgotamento já está muito alto, a energia já abaixou demais e aquele momento de auto cuidado não consegue nem ter o efeito que era esperado.

Aí penso em uma comparação com algo que que escuto muito sobre o copo do afeto com as crianças, ou com qualquer outra pessoa que nos relacionamos. Porém como tenho 3 filhos, tenho refletido sobre isso também na educação deles.

Precisamos diariamente focar em algum tempo realmente de qualidade na relação com o nosso filho para que a gente encha o copo deles de afeto. Quando fazemos isso, eles dormem melhor, colaboram mais pois se sentem acolhidos e amados.

Acredito que as práticas de autocuidado têm o mesmo propósito no nosso bem-estar e na nossa vida e desenvolvimento pessoal. São atitudes que colaboram para nos sentirmos amados, acolhidos e cuidados por quem mais nos ama: nós mesmos.

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